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30 de novembro de 2009


A droga do amor

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Os Karas se reúnem no seu antigo esconderijo (forro do vestiário do Colégio Elite), porém desfalcados (Magrí está em um campeonato de ginástica olímpica, nos EUA) e os integrantes que estão na reunião decidem que, por um motivo que Chumbinho desconhecia, o grupo estaria acabado. Ao mesmo tempo, descobre-se que o Dr. QI, fugitivo que os Karas ajudaram a prender, fugiu sem deixar vestígios. Chumbinho percebe o perigo que isso representa para o grupo e alerta Magrí. Ela desiste do campeonato e volta para o Brasil.

O assunto do momento é a "Droga do amor", uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século. Eles iriam testar essa droga pela primeira vez em seres humanos aqui no Brasil. O criador da droga e o representante da empresa responsável por ela na América Latina, Hector Morales, chegarão ao Brasil no mesmo vôo que Magrí e sua professora, D. Iolanda. Quando a professora de Magrí descobre quem está no avião, corre para pedir um autógrafo seu. Várias outras pessoas seguiram o seu exemplo, mas só ela conseguiu um.

No desembarque, alguns homens baleiam D. Iolanda, golpeiam o representante da empresa, e seqüestram o cientista responsável pela droga, junto com as únicas amostras existentes da "Droga do amor". A bolsa de Magrí também some, mas ela não se preocupa, já que não tem nada importante nela. Ela fica com a bolsa de D. Iolanda e tem um plano para reunir os Karas novamente. Chumbinho e Magrí fingem o seqüestro de Chumbinho, que se fantasiaria de anão e poderia participar do caso, anonimamente. Só ele e Magrí saberiam. O plano deu certo e os Karas começaram a investigar junto com o detetive Andrade, um velho amigo.

De acordo com Crânio, o mais inteligente do grupo, a primeira coisa a ser feita era interrogar D. Iolanda que ainda não saíra do hospital. Mas como fazer isso se ela estava sendo guardada por dois "gorilas"? A solução foi fantasiar Magrí. Ela entrou no quarto da sua professora e constatou que ela estava tomando remédios que estavam a fazendo dormir. Magri trocou os remédios e em pouco tempo a professora acordou, mas Magrí não a deixou falar nada e recomendou que ela fingisse que estava dormindo enquanto ia buscar ajuda. Ela foi o mais rápido que pode, e quando voltou com o detetive Andrade e os outros Karas, D. Iolanda tinha desaparecido.

Um certo anão escondia-se no porta-malas de um carro dirigido por "dois gorilas" enquanto um grupo de adolescentes bolavam um plano estranho. Eles iriam para a prisão de onde tinha fugido o Dr. QI e exigiam fingir que eram sobrinhos de todos os presos que fossem receber transferência dessa prisão de segurança máxima para uma outra prisão qualquer. Estariam disfarçados, é claro.

Na última tentativa de fazer o plano dar certo, Crânio surpreende um "velho". Ele diz que é seu sobrinho e o velho acredita. Pronto, estava feito. O Dr. QI disfarçado de velho é desmascarado, mas ele não tem nada a ver com o seqüestro do Dr. Bartolomeu F., criador da droga.

Nessa hora, Magrí percebeu o que estava acontecendo. Pediu ao detetive Andrade que lhe trouxesse uma amostra da assinatura do Dr. Bartolomeu e ele atendeu prontamente. Magrí comparou a assinatura recém-chegada com o autógrafo que estava na bolsa de sua professora. Eram diferentes, o que queria dizer que não tinha sido o verdadeiro Dr. Bartolomeu que tinha sido seqüestrado.

No final, descobriram que a verdadeira "Droga do amor" não havia passado nos testes e que a empresa estava atolada em dívidas por isso. Então a solução que eles encontraram foi fingir que estava dando certo e forjar o seqüestro de um sósia do Dr. Bartolomeu. Já que o verdadeiro não tinha concordado com isso, eles o tinham matado. Chumbinho tira D. Iolanda do lugar onde a estavam escondendo e ela fala que o Morales tinha mandado os homens atirarem nela, já que ela era a única que poderia confirmar que o homem seqüestrado não era o criador da droga. Tudo se resolve no final e os Karas voltam a ser o grupo unido que era tempos atrás.


Anjo da morte

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O professor de teatro de Calú é assassinado pouco antes da estréia de sua nova peça. A única pista é um ameaçador folheto neonazista. Surge um novo caso para os Karas. O principal suspeito é um ex-oficial alemão, comandante de uma organização mundial que pretende somar o dinheiro e o poder dos criminosos com o tenebroso ideal.
Salomon Friedman é assasinado brutalmente por uma pessoa misteriosa. Calu, não acreditando na cena que via, jurou que iria encontrar o assassino de seu querido professor. Ao decorrer da história, Calu relembra fatos que Salomon Friedman (seu professor que foi assasinado) contou-lhe que estava na guerra junto com Ferenc Gábor, Daví Segal. Ele conta que viviam juntos em um campo de exterminio de Sobibor. Fala que teve algumas aventuras com os outros dois e que no fim da guerra, uma granada atingiu o porão onde estavam Daví Segal, Ferenc Gábor, Salomon Friedman e O Anjo da Morte (Kurt Kraut). Com a explosão, Salomon Friedman não sabia muito bem o que tinha acontecido. Sobreviveram Salomon Friedman, Daví Segal (que se passa por Ferenc Gábor, porque ninguem dava valor as obras dele quando ainda estava vivo) e Kart Kraut. Quando Daví Segal ("na pele" de Ferenc Gábor) vem ao Brasil, é ferido, e vai ao hospital. Lá, agentes federais confundiram Chumbinho como o Esperado. Então Miguel teve uma idéia de que Chumbinho se passasse de O Esperado, e Calu (que sabia falar Alemão) como um "braço direito". Então, eles descobrem todo o plano, com ajuda dos federais, e a arte-manha de Calu.

Pântano de Sangue

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Outro livro da série os karas, é o Pântano de sangue.
Neste, o querido professor Elias é encontrado morto, e os karas não se conformam com isso.
Crânio, convencido de que não se trata de um simples roubo, parte para o Pantanal Matogrossense, que o professor visitara semanas antes. Lá é recebido pela Tia Matilde, excêntrica senhora que passeia pelo Pantanal com seu velho avião pintado de rosa-choque. Na pista de um aeroporto clandestino, Crânio é seqüestrado. Os Karas entram em ação e, junto com o detetive Andrade, seguem as pistas deixadas por um piloto assassinado que, momentos antes de morrer falara de um misterioso criminoso chamado Ente. As pistas se ramificam, os garotos se embrenham Pantanal adentro, cada um seguindo suas intuições e, depois de muitos sustos e desacertos, acabam descobrindo que o Ente era quem menos esperavam: a insuspeitável Tia Matilde, chefe de uma quadrilha internacional de drogas. E que em vez do avião ser rosa-choque era por trás das pinturas coberto por ouro maciço.

Pedro Bandeira

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Um dos meus autores brasileiros juvenis favoritos, não é nada mais nada menos do que Pedro Bandeira.
E não são poucos os livros que ele escreveu e nem os que eu li.
A começar pela A droga da obediência, a primeira aventura dos karas, que é um grupo de 5 alunos da escola Elite, que são como se fossem detetives.
Neste livro, eles tem que descobrir um curioso sequestro que ocorreu nas escolas mais conhecidas de São Paulo.
Reúnem-se em seu esconderijo secreto, no vasto forro do imenso vestiário do colégio Elite, e lá traçam um plano de ação para libertar um dos amigos. Depois de uma série de investigações e deduções, chegam a uma organização criminosa: a Pain Control, que deseja, manipulando fórmulas químicas, controlar a dor da humanidade e, assim, a duração e a qualidade da vida humana.
O responsável por essa organização é o Dr. Q.I., um tresloucado cientista que usa os estudantes para testar suas teorias extravagantes e autoritárias para dominar toda a humanidade. Na sociedade almejada pelo Dr. Q.I., não há lugar para qualquer contestação, não há espaço para a desobediência nem para a revolta. O Dr. Q.I. deseja uma humanidade obediente e servil, como carneirinhos lanudos, gordinhos e felizes. É contra essa cultura de submissão e de aceitação passiva de uma sociedade controlada por um poder absoluto que os Karas lutam.